“... eu não faço poesia porque sou poeta, mas para exercitar minha alma.”
Uma aprendizagem ou O livro dos prazeres, Lispector.
"Escrevo. E pronto.
Escrevo porque preciso
...
Eu escrevo apenas.
Tem que ter por quê?"
Leminski
Adorei vê-la no dia da defesa. Muito!!! Saudade! O comentário eu coloquei aqui, pois esse foi o dia da véspera (rs). Mas também pelo fato desse texto, aqui, ser de beleza e profundidade intensas!
Bela e triste! 8 e 80 O esquecimento no final é árido...Muito forte sua poesia! O título do post é o titulo da poesia? Parece destoar tanto do resto da criação.
Delicadeza...
ResponderExcluirAdorei vê-la no dia da defesa. Muito!!! Saudade!
ResponderExcluirO comentário eu coloquei aqui, pois esse foi o dia da véspera (rs).
Mas também pelo fato desse texto, aqui, ser de beleza e profundidade intensas!
Beijos
Obrigada!
ResponderExcluirAbraço,
Thaísa
(Só acho que houve uma pequena confusão quanto às datas...)
(é verdade, foi em abril, rs)
ResponderExcluirMesmo assim, lindo texto!
Apesar da confusão, valeu pela intenção... rs
Beijos
Bela e triste! 8 e 80
ResponderExcluirO esquecimento no final é árido...Muito forte sua poesia!
O título do post é o titulo da poesia? Parece destoar tanto do resto da criação.
Parabéns!
Bom reencontrá-lo por aqui Rafa!
ResponderExcluirÉ o título sim, é bem ambíguo... Eu achei que tinha tudo a ver! rsrs. Mas, leituras diferentes também são importantes!
Obrigada
Beijos
(Vou aproveitar e conferir seus textos no blog.)